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sábado, 21 de junho de 2014

ERA UMA CASA MUITO ENGRAÇADA...

Quem lembra...

 A Casa

                                   Vinicius de Moraes

Era uma casa

Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela, não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque penico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na Rua dos Bobos
Número Zero

A música de Vinicius de Moraes 
atravessou gerações e mais uma vez inspirou
 os alunos na Sala de leitura a fazer lindas casinhas. 

















Gostou ?
Faça sua casa.


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Poesia e Origami

A turma 1501, da professora Vera Nácia, após receber e explorar as matérias da Revista Ciência Hoje das Crianças (ano 26, nº 244 de abril de 2013) fez uma série de origamis e poesias como uma forma de reforçar as atividades propostas pela revista. 

Olha a Capa
da Revista de Abril.


Nas dobraduras do meu papel, 
com rimas de pé quebrado,
contos histórias a granel, 
dou assim o meu recado.

Na magia do dobrar,
e no afã de criar,
posso uma dobradura.
Em outra transformar.

É a flor que se abre,
é a ave que voa,
é o sapo que pula, 
nada fica à toa.

Já vai se tornando mania,
essa bela arte-magia!

A arte-magia das dobraduras
Autora: Lena Aschembach
Editora: Scipione

Confira abaixo os trabalhos dos alunos.





A tartaruga

A tartaruga é cascuda
Anda bem devegar
Até parece...
Que não sai do lugar

Seu casco é marrom
E sua cabeça é verde
Sai bem devagar, quando está com sede.

Ela parece lenta
Mas não se engane
Esse pequenina vai longe...



Isabela

Girafa

A minha girafa é pintadinha e bonitinha,
Ela vive no zoológico,
Com as amiguinhas

Ela gosta de elefante e de zebrinha,
Quando ficam juntas,
Viram parcerinhas.

Com o pescoço cumprido,
E as orelhas grandinhas,
Parece até uma escadinha.



Ana Caroline F.

O sapo sapeca

Lá no lago vive,
Um sapo muito sapeca,
Ele é levado,
E come meleca.

Pula o dia inteiro,
De um lado pro outra,
Ele é muito agitado,
Esse sapo é meio louco.




Camilla


Poema do pato.

Pato que nada,
Que nada no rio,
Quando nasce,
Nasce com frio.

Pato que nada,
Que nada no rio
Que nada
Com seus filhotinhos.

Pato que nada,
Que nada no rio,
Que anda na terra
E samba no rio.

O pato que samba
É o mais bonitinho
Que é o amarelinho.



Margareth Fabióla


O coelhinho branquinho.

Coelinho que fofinho,
Com seu pelo bem branquinho,
Pula de mansinho,
Com seu salto curtinho.



João Pedro

O gato

O gato é famoso
Quando chega no palco
Fica se achando
Quando vê uma gatinha
Vai com o rabinho abanando.

O gato é brincalhão
Fica todo fascinado
Quando vê sua bolinha
Corre para todo lado.

Quando a bolinha
Ele pedia
Miava para a dona
De noite e de dia


O cão

Lá vem o cão arrependido,
Com as orelhas abanando,
O seu dono logo vê,
Ele estava aprontando.


Renato


A baleia

A baleia é gorducha,
Ela é genial,
Nada pelos mares,
A baleia é radical.




Kaylane C



Passarinho quando nasce,
Se esparrama pelo chão,
Quando vê o gavião,
Sai rodando igual pião!



Nicolly




O Pato

O meu desenho,
É um pato,
Que vive no lago,
Pulando e dançando,
Com suas penas de lado.
Esse pato é bonito,
Ele é muito legal,
Esse pato e o meu Rei,
É o pato radical



Ruthelene